5. Investir nas línguas Algumas pessoas aprendem uma língua por motivos essencialmente práticos. Angel, especialista informático búlgaro que vive na Bélgica, explica: «Aprendi francês por motivos estritamente profissionais e para poder comunicar com os habitantes do país onde vivo».
4. Seja breve e claro O valor de um documento não é proporcional à sua dimensão. Os seus leitores não o respeitarão mais por ter escrito 20 páginas em vez de 10, sobretudo quando se aperceberem de que 10 páginas teriam bastado para apresentar a argumentação. É muito mais provável que fi quem irritados consigo por lhes ter feito perder mais tempo do que o necessário.
5. Mobilidade de colaboradores e profissionais que trabalhem na área da juventude Se for um professor ou se trabalhar numa empresa, pode ensinar numa instituição do estrangeiro e obter novas perspetivas profissionais, aumentando as suas redes de colaboração e contribuindo para a modernização e internacionalização dos sistemas europeus de educação e formação.
Prepare-se para viver no estrangeiro A adaptação ao trabalho num ambiente diferente do existente no país de origem é uma competência em si mesma. Alguém que trabalhe por uns tempos em Espanha, na Roménia e na Suécia, por exemplo, aprende a adaptar-se a padrões culturais diferentes e conhece a melhor maneira de trabalhar e cooperar com as pessoas desses países. Estas são competências muito valiosas. Uma pessoa que trabalhe num país latino como a Itália, por exemplo, habituar-se-á a ser flexível e, por isso, quando alguém diz «5 minutos», sabe que esse tempo pode não equivaler exatamente aos 5 minutos de um alemão.
Áustria - Bolinhas de pão à moda austríaca Semmelknödel mit Sauerkraut
INGREDIENTES para 4 pessoas
• 6 carcaças de pão duro
• 125 ml de leite
• 1 cebola
• 30 g de manteiga
• 2 colheres de sopa de salsa picada
• 2 ovos
• Noz-moscada ralada
• Sal e pimenta
• Um pouco de farinha