Serwis Portal para Estudantes: estudos, linguagem, trabalho - v.PT, home

Exames de admissão na Europa

Achado: 35

Alemanha

Na maioria dos cursos não há exames de admissão. Nos cursos com número limitado de vagas (Numerus clausus), o que mais conta é a média do diploma do ensino secundário, e a universidade pode acrescentar critérios próprios, como testes ou uma entrevista.

Em medicina, medicina dentária, medicina veterinária e ciências farmacêuticas, as vagas são atribuídas através do hochschulstart – além das notas, contam também critérios definidos pelas universidades. Nas escolas superiores de artes e de música fazes um exame de aptidão.

Áustria

Na maioria dos cursos universitários basta cumprir os requisitos formais. Mas nos cursos com muita procura – entre eles medicina, medicina dentária, psicologia, arquitetura, biologia, informática e economia – as universidades podem limitar o número de vagas. Nesse caso, tens pela frente um exame de admissão antes da entrada ou uma fase de seleção durante os dois primeiros semestres.

Nas FH, todos os candidatos passam por um processo de admissão: normalmente análise de documentos, uma prova escrita ou oral e uma entrevista. Nas universidades de artes, em vez do diploma do ensino secundário conta um exame de aptidão.

Bélgica

Na maioria dos cursos não há exame de admissão. As exceções:

  • Flandres – exame de admissão obrigatório para medicina e medicina dentária (toelatingsexamen) e exames nas escolas de artes,
  • Comunidade Francesa – seleção para engenharia civil (ingénieur civil), medicina, medicina dentária, medicina veterinária, terapia da fala e fisioterapia; os exames de admissão nas escolas de artes realizam-se normalmente entre 1 de maio e 1 de junho e entre 25 de junho e 21 de setembro.

Bulgária

As regras de admissão – exame de admissão ou outros critérios – são definidas por cada instituição. Para medicina e medicina dentária em inglês na Universidade de Medicina de Sófia, fazes exames à distância de inglês, biologia e química – os mesmos para candidatos da UE e de fora da UE.

Chipre

Os alunos cipriotas que terminam o secundário fazem exames nacionais (Pancyprian Examinations) – as vagas nas universidades públicas são atribuídas com base nos resultados.

Na Universidade de Chipre, os candidatos internacionais podem fazer exames definidos pela universidade ou apresentar os resultados de exames internacionais. As universidades privadas normalmente não têm um exame central – contam os teus documentos e os requisitos do curso.

Croácia

A admissão baseia-se nas notas do ensino secundário e nos resultados do exame final do secundário. A instituição converte-os em pontos segundo a sua própria fórmula – os pormenores estão no edital de candidatura (natječaj).

Algumas faculdades fazem também provas adicionais (dodatne provjere). Tens de te inscrever nelas com antecedência – na Universidade de Zagrebe, até 31 de maio de 2026 para a fase de julho e até 24 de agosto de 2026 para a fase de setembro.

Dinamarca

Não existe um exame nacional de acesso. No kvote 1 contam apenas as notas; no kvote 2 a instituição pode fazer uma prova ou uma entrevista próprias. As instituições de artes fazem provas de aptidão.

Muitos cursos têm requisitos específicos de disciplinas – determinadas disciplinas do ensino secundário a um certo nível (no sistema dinamarquês, A, B ou C). A melhor forma de saber se as disciplinas do teu diploma do secundário os cumprem é perguntar à instituição a que te candidatas.

Eslováquia

É a faculdade que decide a admissão. Em muitos cursos fazes um exame de admissão; nas instituições de artes, um exame de aptidão.

Algumas faculdades da Eslováquia e da República Checa substituem ou complementam os seus próprios exames com os Exames Nacionais Comparativos (NSZ), organizados pela empresa Scio. Realizam-se sete vezes por ano, também online. As condições de admissão da faculdade dizem-te se os aceita.

Eslovénia

Não existe um exame de admissão central. Se um curso tiver mais candidatos do que vagas, decidem os critérios de seleção publicados no edital de acesso – confirma-os para o teu curso.

Em alguns cursos tens também de passar num exame de língua eslovena antes da inscrição no primeiro ano – o edital de acesso diz-te se é o caso e quando se realizam eventuais provas adicionais.

Espanha

Os alunos espanhóis que acabam o secundário fazem o exame PAU. Como candidato com um diploma estrangeiro, não tens de o fazer – a tua média do secundário, convertida pela UNEDasiss, é a base da tua nota de acesso (nota de admisión).

Nos cursos com muita procura, porém, vale a pena subir a nota – até 4 pontos. Podes fazer as PCE (Pruebas de Competencias Específicas) na UNED ou a parte opcional da PAU numa universidade pública espanhola. Contam as tuas duas melhores notas, nas disciplinas com mais peso para o curso que escolheste.

PCE em 2026: inscrições de 16 de março a 28 de abril, exames em Espanha de 25 a 29 de maio. Época de setembro: inscrições de 1 a 22 de julho, exames de 2 a 8 de setembro.

Estónia

Em muitos cursos bastam os documentos, mas as universidades podem acrescentar uma prova de admissão, uma entrevista ou um portefólio – depende do curso, por isso lê a descrição com atenção. Se estás a pensar num doutoramento, tens de encontrar um orientador antes de te candidatares.

Finlândia

Em muitos cursos na Finlândia tens pela frente um exame de admissão ou uma entrevista. As instituições podem admitir estudantes com base nos certificados escolares, num exame de admissão, numa entrevista ou numa combinação destes – as regras estão na descrição do curso no Studyinfo.fi.

Um exemplo: na admissão de 2026, a Universidade de Helsínquia admitiu nas suas licenciaturas em inglês os candidatos com um diploma do ensino secundário estrangeiro com base nos resultados do SAT ou do ACT. Só com base no diploma admitiu apenas candidatos com o exame nacional finlandês de fim do secundário (matriculation examination), o Bacharelato Internacional (IB), o Bacharelato Europeu (EB) ou o Abitur alemão feito na Finlândia. Confirma bem as regras do teu curso – cada instituição define as suas.

França

A maioria dos cursos universitários não tem exame de admissão – a admissão depende do processo que apresentas no Parcoursup ou no Mon Master: as tuas notas e os documentos pedidos pelo curso.

É mais difícil nos cursos seletivos – nas turmas preparatórias (CPGE), nas escolas de engenharia e nas escolas de negócios. Aqui há provas, entrevistas ou concursos (concours), e a muitas grandes écoles chega-se através das turmas preparatórias. No Parcoursup podes fazer até 10 escolhas para estes cursos. As escolas de arte e de arquitetura têm as suas próprias provas de admissão – encontras as datas nos respetivos sites.

Grécia

Os candidatos com um diploma do ensino secundário estrangeiro não fazem exames de admissão – o ministério ordena as candidaturas pela média do ensino secundário.

Para te inscreveres, no entanto, precisas de grego de nível B2 ou superior. Sem certificado não te podes inscrever logo – tens de o obter antes do ano letivo seguinte, senão perdes o direito à inscrição. Estão isentas, entre outras, as pessoas com um diploma do ensino secundário grego ou cipriota.

Hungria

Cada universidade define as suas regras de admissão. Nos cursos em húngaro, contam os resultados do teu diploma do ensino secundário e os eventuais exames exigidos pelo curso. As universidades de artes avaliam a tua aptidão.

Os cursos lecionados em inglês têm muitas vezes um exame de admissão. Por exemplo, para medicina na Universidade Semmelweis fazes um teste online de biologia, química, inglês e inglês biomédico (20 perguntas cada), seguido de uma entrevista de motivação. Os exames realizam-se uma ou duas vezes por semana, do início de março ao fim de junho.

Irlanda

A maioria dos cursos não tem um exame de admissão próprio – a admissão depende dos pontos CAO, calculados a partir dos resultados dos exames finais do secundário. Primeiro, tens de cumprir os requisitos mínimos (número e nível das disciplinas); depois, a instituição compara-te com os outros candidatos da UE, com base nas tabelas de equivalência do CAO. Alguns cursos têm requisitos adicionais – confirma-os no CAO Handbook, no curso que escolheres.

Islândia

A maioria dos cursos não tem exames de admissão – basta cumprires os requisitos formais. As exceções na Universidade da Islândia são:

  • medicina, medicina dentária e fisioterapia – exame de admissão em junho,
  • enfermagem e prótese dentária – exame em dezembro,
  • islandês como segunda língua – um exame de colocação específico.

Alguns mestrados têm um número limitado de vagas.

Itália

Medicina, medicina dentária e medicina veterinária: desde 2025/26 já não há o teste de admissão tradicional. Em vez dele, existe um «semestre aberto» (semestre aperto, muitas vezes chamado «semestre filtro» na comunicação social). Inscreves-te no primeiro semestre, frequentas as aulas de três disciplinas e fazes os respetivos exames. Com base nos resultados, é elaborada uma lista de classificação nacional.

Em 2026/27:

  • a inscrição no portal Universitaly decorreu até 3 de agosto de 2026, e a taxa tinha de ser paga até 6 de agosto,
  • as aulas decorrem de 1 de setembro até cerca do fim de novembro,
  • as disciplinas são física, química e bioquímica introdutória, e biologia; cada exame tem 31 perguntas (21 de escolha múltipla e 10 de completar) e dura 50 minutos,
  • datas dos exames: 10 de dezembro de 2026 e 11 de janeiro de 2027,
  • escolhes pelo menos 10 universidades e um curso alternativo.

Nos outros cursos com vagas limitadas, os testes são organizados pelas universidades – encontras as datas e as matérias no edital (bando) de cada curso.

Letónia

Se há exame ou entrevista, depende da universidade e do curso. Por exemplo, na licenciatura em inglês English, European Languages and Business Studies, da Universidade da Letónia, os candidatos são seriados pelas notas do ensino secundário (incluindo inglês, matemática e a média), a que se junta uma entrevista online. Os candidatos de fora da UE/EEE precisam ainda de uma pontuação SAT de pelo menos 1200.

Listenstaine

Os cursos normais não têm exames de admissão – contam o teu diploma do ensino secundário e os teus conhecimentos de línguas. A exceção é o mestrado em arquitetura: juntas à candidatura um portefólio dos teus trabalhos.

Lituânia

Na maioria dos cursos, a admissão faz-se por seriação, com base nas tuas notas e nos resultados dos exames finais. Alguns cursos exigem também um exame de admissão – em 2026, a LAMA BPO organizou uma sessão de primavera (16–31 de março) e uma sessão principal (12 de junho – 21 de julho).

Para medicina em inglês na Universidade de Vílnius, fazes um exame online (taxa de 200 €) ou apresentas o resultado de um teste, por exemplo o IMAT (pelo menos 50 pontos), o BMAT ou o MCAT. Alguns diplomas internacionais, entre eles o IB e os A-levels, dispensam-te do exame.

Luxemburgo

Normalmente não há exames de admissão tradicionais – a universidade avalia os teus documentos e, sobretudo, os teus conhecimentos das línguas em que o curso é lecionado. Alguns cursos têm etapas de seleção adicionais – encontras os pormenores na página do curso.

Macedónia do Norte

Os cursos de 1.º ciclo admitem diplomados do ensino secundário com a Matura estatal (Državna matura) ou equivalente – no caso dos candidatos internacionais, um diploma do ensino secundário reconhecido (nostrificado).

Na UKIM, a maioria dos cursos não tem exame de admissão – conta a tua média do ensino secundário. As exceções são os cursos que avaliam conhecimentos e aptidões: arquitetura, artes dramáticas, belas-artes e música.

Malta

Malta não tem um exame de admissão central para candidatos internacionais. A instituição verifica se o teu diploma e as disciplinas dos teus exames cumprem os requisitos do curso – por exemplo, o BA in History da UM exige aprovação em história no nível avançado (Advanced Level).

Os candidatos malteses fazem os exames MATSEC. Na UM, o Bacharelato Internacional (IB) e o Bacharelato Europeu são tratados como qualificações locais.

Noruega

Não existe um exame nacional de admissão. Em muitos cursos há mais candidatos do que vagas, e os candidatos são ordenados sobretudo pelas notas do ensino secundário.

Os cursos artísticos, por exemplo de música, têm prazos próprios e fases de admissão adicionais – a instituição dá os pormenores na descrição do curso.

Países Baixos

A maioria dos cursos não tem exame – basta cumprir os requisitos formais. A exceção são os cursos numerus fixus: a seleção decorre de 15 de janeiro a 15 de abril, e a 15 de abril recebes um número de seriação que decide a tua admissão.

Em cada ano, podes candidatar-te no máximo a dois cursos numerus fixus. Em medicina, medicina dentária, higiene oral e fisioterapia, só te podes candidatar uma vez por ano a cada um destes cursos.

Polónia

Na Polónia, os resultados dos exames finais do secundário substituem os exames de admissão: os candidatos polacos são admitidos com base nos resultados da matura e os candidatos com diplomas estrangeiros segundo as regras da universidade – normalmente com base nas notas do diploma. A universidade só pode organizar um exame adicional quando precisa de avaliar:

  • aptidões artísticas – por exemplo em música, belas-artes ou teatro,
  • condição física – por exemplo em educação física,
  • aptidões especiais que os exames finais do secundário não avaliam.

Estes exames não podem incidir sobre disciplinas que fazem parte do exame final do secundário. Consulta as regras de admissão do teu curso – nos cursos lecionados em inglês explicam exatamente como são avaliados os diplomas estrangeiros.

Portugal

Cada curso do Concurso Nacional tem as suas provas de ingresso – exames a disciplinas específicas, em que tens de ter aprovação. Os candidatos portugueses fazem os exames nacionais do ensino secundário.

Se terminaste o secundário no estrangeiro, podes usar em vez disso os resultados dos teus próprios exames finais, desde que cumpram três condições: têm âmbito nacional, correspondem às disciplinas exigidas para o curso e constam da lista de exames aceites como substitutos. Os exames feitos a partir de 2022 são válidos durante 5 anos.

Os pormenores e a lista de exames estão no site da DGES.

Reino Unido

Não existe um exame de admissão único – a universidade avalia os teus resultados escolares, o personal statement e a carta de referência. Em alguns cursos, porém, há provas adicionais:

  • UCAT – um teste usado por um consórcio de universidades na admissão a medicina e medicina dentária; as inscrições no UCAT 2026 fecharam a 16 de setembro de 2026 – consulta o prazo do próximo ciclo em ucat.ac.uk,
  • LNAT – um teste de aptidão para direito exigido por algumas universidades (lnat.ac.uk),
  • testes e entrevistas das próprias universidades – sobretudo em Oxford e Cambridge.

Para os cursos de artes e design, normalmente envias um portefólio ou fazes uma audição.

República Checa

Cada faculdade decide como seleciona os estudantes. Alguns cursos exigem um exame de admissão, uma entrevista, a avaliação de um portefólio ou uma prova de aptidão (cursos de artes).

Muitas faculdades na República Checa e na Eslováquia substituem ou completam os seus próprios exames com os Exames Nacionais Comparativos (Národní srovnávací zkoušky, NSZ), organizados pela empresa Scio. Realizam-se sete vezes por ano, também online. As regras de admissão da faculdade dizem-te se os aceita.

Roménia

As regras de admissão (admitere) são definidas por cada instituição e faculdade – às vezes contam as notas do secundário, outras vezes há um exame. Consulta o regulamento de admissão no site da faculdade que escolheres.

Nos cursos de medicina em inglês em Cluj-Napoca e Iași não há exame de admissão: as universidades avaliam os documentos e as notas do ensino secundário, e em Iași há também uma entrevista.

Sérvia

Nas licenciaturas, todos os candidatos fazem um exame de admissão, incluindo os candidatos internacionais. O formato depende do curso – pergunta na faculdade que escolheres.

Os exames realizam-se no verão: a primeira chamada é em junho ou no início de julho, a segunda no início de setembro, mas só se ainda houver vagas. Os candidatos a mestrados e doutoramentos fazem exames em setembro ou outubro, se a faculdade os exigir.

Suécia

Na Suécia, normalmente não há exames de admissão. Se cumpres os requisitos, competes por uma vaga com os outros candidatos – normalmente com base nas notas do ensino secundário.

As exceções são os cursos de artes e alguns cursos especializados, em que as instituições podem pedir um portefólio, trabalhos de amostra ou uma entrevista. Os candidatos suecos podem também usar o resultado do teste sueco de aptidão académica (högskoleprovet), mas este é feito em sueco. Os pormenores estão na descrição de cada curso.

Suíça

Na maioria dos cursos não há exames de admissão – o que conta é o diploma do ensino secundário. A exceção é medicina: inscreves-te através da swissuniversities até 15 de fevereiro e fazes o teste de aptidão para os estudos de medicina (EMS).

Atenção: em medicina só são admitidos alguns estrangeiros – entre outros, titulares de uma autorização de estabelecimento (C) que vivam na Suíça, ou cidadãos da UE/EFTA que trabalhem na Suíça numa profissão da área da saúde. Se vens para a Suíça só para estudar, normalmente não cumpres estas condições.

Turquia

O exame mais importante para os candidatos internacionais é o TR-YÖS (exame para candidatos estrangeiros). É organizado pelo centro estatal de avaliação ÖSYM duas vezes por ano, na Turquia e no estrangeiro. Podes fazê-lo em turco, inglês, alemão, francês, árabe ou russo.

Segundo o Study in Türkiye, as universidades estatais e de fundações exigem uma pontuação no TR-YÖS. Na prática, cada universidade decide o que aceita. A METU, por exemplo, aceita o TR-YÖS (resultado entre os 5% melhores), o SAT (pelo menos 1200 pontos) ou um diploma do ensino secundário. Aí, os resultados dos exames são válidos por dois anos.

Fontes: Comissão Europeia – Study in Europe (education.ec.europa.eu/study-in-europe), Eurostat, portais nacionais oficiais e autoridades competentes em matéria de estudos e residência, Eurodesk, enic-naric.net, estudarnaeuropa.eu. Atualizado: setembro de 2026.

StudentNews Group Websites for students and future students — in Poland since 2007, across Europe since 2014. Over 50 websites and millions of users a year (Google Analytics). Studies in Europe Universities in Europe Bachelor’s Master’s Doctorate MBA Study guide Work abroad Travel For partners Advertising and cooperation Reach (online report) Contact advertising@studentnews.eu © 2003–2026 Grupa StudentNews.pl sp. z o.o., Modlnica, Poland
Privacy Policy