
Segundo o portal Study in Europe, um estudante na Alemanha gasta em média 1150 € por mês para viver. A renda é a maior despesa, e os preços variam muito de cidade para cidade – Munique, Francoforte e Hamburgo são muito mais caras do que as cidades mais pequenas.
A opção mais barata é uma residência de estudantes do Studierendenwerk: cerca de 197 000 lugares em mais de 1700 residências, em média 318 € por mês, com despesas incluídas. Mas os lugares não chegam para todos, por isso candidata-te logo que decidas onde vais estudar. Outras opções são um quarto num apartamento partilhado (WG) ou o arrendamento privado.
Os Studierendenwerke gerem também as cantinas (Mensa) e dão aconselhamento e apoio aos estudantes. Encontras o teu em studierendenwerke.de.
A Áustria não é um país barato. Segundo a OeAD (com base no inquérito às condições sociais dos estudantes austríacos, Studierenden-Sozialerhebung 2025), um estudante gasta em média cerca de 1300 € por mês:
Viena, Graz e Salzburgo são mais caras do que as cidades mais pequenas. Ajudam as cantinas universitárias (Mensa), os supermercados de desconto e os descontos para estudantes – nos transportes públicos, museus, cinemas e teatros.
Tens de ser tu a procurar alojamento – as universidades não atribuem quartos automaticamente. Podes escolher entre residências de estudantes, alojamento da OeAD (oeadstudenthousing.at), um quarto num apartamento partilhado (WG) ou arrendar casa por conta própria. Vê também home4students.at e o site da União Austríaca de Estudantes, a ÖH.
Segundo os portais oficiais de estudo, viver na Bélgica custa:
Um quarto numa residência de estudantes (na Bélgica chama-se «kot») custa em média 350 € por mês, com despesas incluídas, na Comunidade Francesa, e 350–500 € no mercado privado. A caução corresponde normalmente a uma ou duas rendas. Procura alojamento através do gabinete de alojamento da tua instituição ou no HousingAnywhere. O primeiro mês sai mais caro – pagas a caução e, muitas vezes, também um alojamento temporário.
Desde 1 de janeiro de 2026, a moeda da Bulgária é o euro, por isso é fácil fazer contas. O Study in Europe estima as despesas de um estudante em 500–900 € por mês, dos quais cerca de 200–400 € para alojamento.
Podes escolher entre uma residência universitária e o arrendamento privado. Pergunta no serviço de apoio ao estudante por um lugar numa residência logo que recebas a admissão. Um quarto num apartamento partilhado é uma boa forma de poupar.
Se escolheres medicina em inglês, as propinas serão a maior despesa do teu orçamento – cerca de 10 000 € por ano (ver: Propinas), muito mais do que um ano de renda.
A Universidade de Chipre avisa que viver em Nicósia pode sair caro e que nas primeiras semanas vais gastar mais do que o normal. Pede ao gabinete de apoio a estudantes internacionais da universidade que escolheres uma estimativa do orçamento mensal.
As tuas opções:
No campus da UCY há restaurantes e cafetarias com preços controlados.
Segundo o Study in Croatia, precisas de 500–800 € por mês para viver (a Comissão Europeia indica 400–800 €). Zagrebe e as cidades do litoral são as mais caras.
Um lugar numa residência de estudantes custa cerca de 35–130 € por mês, consoante a cidade. As residências são geridas pelos Centros de Estudantes (Studentski centar), que atribuem os lugares por quotas – há poucos lugares para estrangeiros. Podes procurar um quarto privado em sites como Njuskalo.hr ou Oglasnik.hr.
Se és cidadão da UE e estudas a tempo inteiro, podes comer barato nas cantinas universitárias (menza) – pagas com o cartão de estudante (iksica), que todos os meses é carregado com um subsídio fixo. O valor que não gastares perde-se no fim do mês.
A Dinamarca não é um país barato. Segundo o Study in Europe, um estudante gasta normalmente 1000–1700 € por mês, conforme a cidade e o estilo de vida. O Study in Denmark divide assim o orçamento mensal:
Para teres uma ideia: 1 € equivale a cerca de 7,5 DKK.
Começa a procurar alojamento vários meses antes de chegares. Nas grandes cidades é muito difícil encontrar quarto em agosto e setembro, e o Study in Denmark desaconselha chegar sem alojamento confirmado. Logo que fores admitido, contacta a tua instituição – ela ajuda-te a conseguir lugar numa residência de estudantes (kollegium) ou indica-te as opções locais.
A Eslováquia é um dos países mais baratos para estudar. Segundo o portal Study in Europe, o orçamento mínimo é de cerca de 350 € por mês e um orçamento confortável de 500–700 €. Juntando as propinas de um curso em inglês, o teu orçamento anual pode chegar a 7000–15 000 €.
Podes escolher entre residências de estudantes (študentské domovy) e alojamento privado. Pergunta à tua universidade por um quarto numa residência logo após a admissão – é normalmente a opção mais barata. As cantinas universitárias (jedáleň) são também uma forma barata de comer. Lembra-te de que, nos cursos em inglês, pagas propinas além do custo de vida.
Segundo a Comissão Europeia, precisas de 400–800 € por mês para viver na Eslovénia. Liubliana é a cidade mais cara.
Um quarto individual num apartamento arrendado custa cerca de 200–350 € por mês em Liubliana, 120–150 € em Maribor e 200–300 € na região de Primorska. Um quarto duplo partilhado é mais barato.
Cuidado com as residências de estudantes: se vens fazer o curso completo como o chamado «private international student», normalmente não consegues lugar numa residência – Maribor é a exceção. As residências (120–250 € em Liubliana) destinam-se sobretudo a estudantes de intercâmbio e bolseiros, por isso começa cedo a procurar quarto.
Podes comer barato graças às refeições estudantis subsidiadas (boni): o Estado paga 2,63 € de cada refeição e tu pagas entre 0 € e 4,37 €. O passe mensal de estudante para os transportes públicos em Liubliana custa 25 €.
O custo de vida depende muito da cidade. Segundo o Study in Europe, em Madrid e Barcelona um estudante gasta cerca de 1000–1200 € por mês, e nas cidades mais pequenas cerca de 700–900 €.
As principais opções são:
As vagas nas residências esgotam depressa, por isso pergunta por elas nos serviços da universidade logo que fores admitido.
Segundo o Study in Estonia, um estudante gasta normalmente 300–500 € por mês – mas estes dados vêm de um inquérito de 2019, por isso conta com alguma margem. Em números aproximados:
As residências de estudantes são geridas pelas próprias universidades, por exemplo a TalTech e a Universidade de Tartu – pedes lugar através dos portais delas. Normalmente são dois quartos duplos com uma pequena cozinha e casa de banho para até 4 pessoas; tens de levar a tua roupa de cama e a tua loiça. Para apartamentos, experimenta o kv.ee e o city24.ee. Se arrendares casa a um particular, conta com uma caução que pode chegar a três meses de renda.
O Study in Finland estima o custo de vida de um estudante em cerca de 900–1200 € por mês, para alojamento, alimentação e transportes. O mínimo oficial que os estudantes de fora da UE têm de comprovar para a autorização de residência é de 800 € por mês.
A opção mais barata são as fundações de alojamento estudantil: um quarto num apartamento partilhado custa normalmente cerca de 200–380 € por mês. Os estúdios e os apartamentos familiares são mais caros e as listas de espera são mais longas. Encontras a lista das fundações no site da SOA (Finnish Student Housing).
Pede alojamento logo que a tua admissão seja confirmada – antes do início do ano letivo há muitos candidatos, e quanto mais cedo fizeres o pedido, maiores são as hipóteses de conseguires um quarto.
O Study in Europe estima que um estudante em França gasta em média 800–1200 € por mês. O alojamento é o que pesa mais, sobretudo em Paris. Segundo a Campus France:
Reservas quarto numa residência do CROUS em trouverunlogement.lescrous.fr – em 2026, a partir de 7 de julho. A caução não pode ultrapassar um mês de renda. O subsídio de alojamento (APL ou ALS) é pago pela CAF, e o programa Visale pode servir de fiador do arrendamento.
O Study in Europe estima que um estudante na Grécia gasta cerca de 700–1200 € por mês, conforme a cidade e o estilo de vida. Para teres uma ideia, segundo o Study in Greece, um café custa 3–4 €, um souvlaki cerca de 3,80 € e uma refeição num restaurante cerca de 15 €.
As tuas opções são:
Em Atenas, o cartão de estudante ATH.ENA dá-te descontos nos transportes públicos – podes pedi-lo online à empresa de transportes OASA.
Segundo o portal Study in Europe, precisas de cerca de 500–600 € por mês para alojamento, alimentação e outras despesas. Alguns preços mensais típicos, segundo o studyinhungary.hu:
A renda em Budapeste é, portanto, a maior despesa. Podes calcular o teu orçamento com a calculadora do studyinhungary.hu. Pergunta à tua universidade por um lugar numa residência de estudantes logo depois da admissão.
A Irlanda, e sobretudo Dublin, é cara. O Study in Europe estima os custos mensais nas grandes cidades, como Dublin, em cerca de 950–1500 € ou mais – incluindo casa, alimentação, transportes e saídas.
A casa é a maior despesa, por isso começa a procurar o mais cedo possível – de preferência logo que recebas a oferta. Pergunta no gabinete de alojamento da tua instituição pelas residências no campus e procura também quartos em apartamentos partilhados.
Não contes com uma bolsa de manutenção SUSI se nunca viveste na Irlanda – só é atribuída a quem cumpre a condição de residência na Irlanda (ver: Bolsas de estudo). Planeia o teu próprio orçamento para o ano inteiro. Para os estudantes de fora da UE/EEE, os 10 000 € exigidos pela imigração são um mínimo, não um orçamento completo.
A Islândia é cara. O portal da Comissão Europeia estima o orçamento de um estudante em 1300–1900 € por mês, consoante o teu estilo de vida e o alojamento.
Alojamento:
Sem lugar numa residência de estudantes, vais ter de arrendar no mercado privado. Nesse caso, confirma se tens direito a subsídio de habitação.
Segundo o Study in Europe, um estudante em Itália gasta cerca de 700–1100 € por mês, consoante a cidade.
As tuas opções são:
Candidatas-te a um lugar numa residência DSU juntamente com o pedido de bolsa – atenção aos prazos, que muitas vezes fecham no verão.
A Letónia é um país bastante acessível. O Study in Latvia estima que um estudante gasta, em média, 450–700 € por mês. Valores aproximados:
Podes viver numa residência universitária ou arrendar casa por conta própria. Começa a procurar cedo e fala com o coordenador de estudantes internacionais da tua universidade, que te ajuda com as formalidades.
O Listenstaine é caro. A universidade estima o custo de vida em cerca de 1500 CHF por mês:
A universidade tem uma residência de estudantes própria, mesmo ao lado do campus – um quarto custa 400–600 CHF por mês. Também te ajuda a encontrar um quarto privado através da sua bolsa de alojamento.
O Study in Europe estima o custo de vida na Lituânia em 500–800 € por mês.
Residências de estudantes: a maioria das universidades oferece lugar numa residência – algumas ficam perto do campus, outras mais longe. O mais provável é partilhares o quarto com um ou dois estudantes; a cama, o roupeiro, a mesa e as cadeiras já lá estão. Antes de chegares, pergunta à tua universidade pelas condições, pelos preços e pela forma de reservar.
Arrendamento: procura anúncios, por exemplo, no Aruodas e no Domoplius.
Descontos: todos os estudantes na Lituânia têm de ter o cartão de estudante lituano (LSIC) – dá grandes descontos nos passes de transportes públicos (diários, mensais e anuais). O cartão ISIC também é aceite para descontos.
O Luxemburgo é caro. A Uni.lu diz que precisas de pelo menos 1517 € por mês (dados de 2025), ou seja, 18 211 € por ano letivo. Para começar – inscrição, seguro, caução, primeira renda e alimentação – conta com pelo menos 2700 €.
A universidade tem cerca de 1000 lugares em residências, mas não garante quarto a todos – candidata-te logo após a admissão. Encontras mais informação sobre a vida de estudante em luxembourg.public.lu.
As fontes oficiais não indicam um custo de vida mensal total para estudantes. O guia da UKIM para estudantes internacionais apresenta estes valores:
Encara estes valores como indicativos e consulta os anúncios atuais, sobretudo em Escópia. As cantinas universitárias são o sítio mais barato para comer.
Para conseguires lugar numa residência de estudantes, pergunta no gabinete de estudantes internacionais da tua instituição.
A moeda é o dinar macedónio (MKD). A UKIM indica as propinas em euros, mas pagas em dinares, à taxa de câmbio do banco central.
O Study in Europe estima o custo de vida em Malta em cerca de 900–1400 € por mês – incluindo alojamento, alimentação, contas, transportes e despesas pessoais.
O alojamento é a maior fatia. Podes escolher entre:
A procura é grande, por isso reserva o alojamento o mais cedo possível – é o próprio Study in Europe que o diz. No site da Universidade de Malta encontras informação prática sobre alojamento, vistos e abertura de conta bancária.
A Noruega é cara. A estimativa oficial do custo de vida de um estudante para 2026/27 é de 15 488 NOK por mês, ou 170 368 NOK por ano – o valor que os estudantes de fora da UE/EEE têm de comprovar para a autorização de estudo. Os cidadãos da UE/EEE não precisam de o comprovar, mas é uma referência realista para o teu orçamento.
Alojamento: começa pela organização de apoio social aos estudantes da tua cidade universitária – a taxa semestral dá-te acesso aos seus serviços, incluindo as residências de estudantes. Em Oslo é a SiO, em Tromsø a Arctic Student Welfare Organisation. Candidata-te a uma residência logo que fores admitido e, se não conseguires lugar, procura um quarto no mercado privado.
O Study in NL diz que um estudante gasta, em média, 1000–1500 € por mês. Um exemplo de orçamento (Nibud, 2024):
O alojamento é o maior problema – nos Países Baixos faltam quartos para estudantes. Um quarto custa, em média, cerca de 550 € por mês. Começa a procurar antes de chegares: pergunta à tua instituição e consulta o Kamernet, o HousingAnywhere, o Pararius e as ofertas da DUWO e da SSH. Nunca assines contrato para um quarto que não tenhas visto, pelo menos em vídeo, e não pagues comissões a agências.
Segundo a NAWA, um estudante na Polónia gasta normalmente 1500–2000 PLN por mês (cerca de 330–430 €):
A NAWA não diz de que ano são estes valores – em Varsóvia, Cracóvia ou Breslávia, sobretudo se arrendares um quarto, vais gastar mais. Mesmo assim, viver na Polónia como estudante é relativamente acessível.
Os lugares nas residências de estudantes são atribuídos pela universidade – as regras e os prazos de candidatura estão no site da universidade. As universidades podem cobrar pelas residências e pelas cantinas.
O custo de vida depende muito da cidade – nas grandes cidades, como Lisboa e o Porto, a renda é a maior despesa. As universidades indicam um orçamento mensal estimado nos seus guias para estudantes internacionais – consulta o site da instituição que escolheres.
As tuas opções são:
Informa-te sobre o alojamento logo que fores admitido e visita a casa antes de assinares o contrato. Ajudam as cantinas universitárias e os descontos para estudantes nos transportes públicos.
O Reino Unido é caro, e Londres é a cidade mais cara de todas. Os montantes que tens de comprovar para o visto são uma boa referência: 1529 £ por mês em Londres e 1171 £ fora de Londres. É o mínimo exigido pelas autoridades, não uma garantia de que chega.
Segundo a UCL, só as deslocações em Londres nas zonas 1–2 custam em média 119,90 £ por mês. A isto soma-se a sobretaxa de saúde (Immigration Health Surcharge) – 776 £ por ano, paga antecipadamente com o pedido de visto.
A maioria das universidades tem residências próprias (halls of residence) e ajuda os estudantes a encontrar quarto, sobretudo no primeiro ano. Consulta as regras e os preços no site da universidade que escolheres – as reservas abrem normalmente depois de aceitares uma oferta.
Segundo o Study in Czechia, normalmente precisas de 500–800 € por mês para viver. Alguns preços típicos:
Praga é a cidade mais cara. Normalmente pedes um quarto numa residência de estudantes através da tua universidade – fá-lo logo que recebas a admissão. Mais informações em studyin.gov.cz.
O Study in Europe estima as despesas mensais de um estudante na Roménia em 600–900 €. Pagas em lei (RON), mas o Study in Romania indica os preços em euros:
A residência de estudantes (cămin) é a opção mais barata – pergunta por um lugar nos serviços de apoio ao estudante logo que fores aceite.
Viver na Sérvia é mais barato do que na maioria dos países da UE, mas as rendas em Belgrado podem surpreender. Segundo o Study in Serbia, vais gastar por mês:
Alojamento: um quarto num apartamento partilhado numa cidade mais pequena custa a partir de cerca de 150 €, sem despesas incluídas. Em Belgrado, fora do centro, as rendas começam nos 300 €, e um estúdio no centro pode custar até 1200 €. As despesas pagam-se normalmente à parte.
As residências de estudantes são geridas pelos centros de estudantes (studentski centar), entre outros em Belgrado, Novi Sad, Niš, Kragujevac e Subotica. A procura é grande e os lugares são atribuídos por candidatura.
Alimentação e transportes: uma refeição na cantina universitária custa 1–2,60 €, e cerca de 100–200 € por mês chegam para a alimentação. O passe mensal de estudante para os transportes públicos custa cerca de 10 € ou menos.
A moeda é o dinar sérvio (RSD).
A Suécia é cara, mas previsível. Uma boa referência é o montante que a Agência Sueca de Migrações exige aos estudantes de fora da UE/EEE: pelo menos 10 656 SEK por mês (2026). O Study in Sweden divide o limiar anterior, de 10 584 SEK, assim:
A renda costuma ser de 3000–7000 SEK por mês, conforme a cidade e a localização.
Começa a procurar alojamento pela tua universidade – algumas garantem alojamento aos estudantes internacionais e a maioria ajuda-te a encontrar um quarto numa residência de estudantes (korridorsrum) ou numa empresa local de alojamento estudantil. Para conseguires um contrato diretamente com uma dessas empresas, normalmente tens de te inscrever numa lista de espera para habitação (bostadskö). Cuidado com as burlas: se te pedirem dinheiro antes de veres a casa, é sinal de alerta.
A Suíça é um dos países mais caros para estudar. O ETH Zurich aconselha a contar com 20 000–26 000 CHF por ano para viver e estudar. Um exemplo de orçamento de estudante no portal Study in Switzerland é de 1850 CHF por mês, dos quais cerca de 700 CHF para alojamento e 600 CHF para alimentação.
Começa cedo a procurar alojamento – há poucos quartos em residências de estudantes, e os preços variam muito de cidade para cidade. As cooperativas de habitação para estudantes e os serviços de alojamento podem ajudar, por exemplo a WOKO em Zurique, a WoVe em Basileia e a SUB em Berna, bem como os gabinetes de alojamento das próprias instituições.
Segundo o Study in Europe, um estudante na Turquia gasta cerca de 400–800 € por mês:
Istambul é a cidade mais cara.
Onde viver:
Quase todas as residências estatais e universitárias são separadas para mulheres e homens. A moeda é a lira turca (TRY).
Fontes: Comissão Europeia – Study in Europe (education.ec.europa.eu/study-in-europe), Eurostat, portais nacionais oficiais e autoridades competentes em matéria de estudos e residência, Eurodesk, enic-naric.net, estudarnaeuropa.eu. Atualizado: setembro de 2026.